DIEGO FORLÁN

Melhor jogador do último mundial, o uruguaio recupera a boa fase para liderar a Celeste na Copa das Confederações

 

Especial Copa

 

"Tive a oportunidade de ser artilheiro na Espanha, no Mundial, mas isso é por tentar jogar bem e fazer gols. Não faço previsões”

Corre futebol nas veias do uruguaio Diego Martín Forlán Corazzo, 34 anos. Neto e filho de jogadores profissionais (o avô materno, Juan Carlos, foi jogador e técnico, e o pai, Pablo, foi um dos grandes nomes da seleção uruguaia nos anos 1970 e ídolo das torcidas do São Paulo e do Cruzeiro), Diego Forlán conseguiu chegar ainda mais longe que seus familiares. É o mais importante jogador uruguaio dos últimos 20 anos e símbolo do renascimento da Celeste, como a seleção do país platino é conhecida. Com dois longínquos títulos mundiais (1930 e 1950), o Uruguai recuperou o prestígio muito recentemente, em 2010, quando chegou às semifinais da Copa do Mundo da África do Sul. Forlán, capitão do time, foi eleito o melhor jogador do torneio. No ano seguinte, liderou a seleção na conquista da Copa América e, hoje, é o jogador com maior número de partidas disputadas e gols marcados na história da Celeste. Mesclando boa técnica com a típica raça uruguaia, o craque também teve sucesso em grandes clubes europeus, como o Manchester United e o Atlético de Madrid, e hoje defende as cores do Internacional de Porto Alegre, onde chegou no ano passado sob enorme expectativa e sem mostrar seu melhor futebol. Neste ano voltou a jogar bem e parece pronto para atrapalhar os planos de Brasil, Espanha e Itália, as seleções favoritas da Copa das Confederações, torneio que ocorre em junho no Brasil.