ADEUS, OLHEIRAS!

Você pratica esportes, quase não bebe, dorme bem e, ainda assim, aquelas manchas escuras insistem em acompanhar seu olhar. Pois saiba que a causa (melhor, causas) das olheiras vai além de uma rotina desregrada, podendo aparecer no rosto do mais pacato dos cidadãos. A boa notícia? Tem solução.

 

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Pense em uma pele fina, a mais fina de todo o corpo. Acrescente por trás dessa cortina translúcida uma infinidade de vasos sanguíneos, de cores arroxeadas. O resultado? As temidas olheiras, um problema que pode ficar ainda mais aparente dependendo da genética, do estilo de vida e até mesmo da formação óssea do rosto. “Detectar a causa da olheira é fundamental. O resultado do tratamento está bastante ligado à escolha correta da técnica que será aplicada”, diz a dermatologista Daniela Ribeiro, diretora da Dermathos Clínica. Conheça algumas das causas mais comuns e tratamentos disponíveis.

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O que pode ser feito…

Drenagem
Se o caso é leve e fruto de um episódio pontual – por exemplo, em decorrência de uma noite mal dormida ou de um jantar muito puxado no sal – uma boa drenagem linfática no rosto pode ser o suficiente para trazer de volta um ar mais saudável. A técnica não clareia manchas, mas ao estimular a circulação sanguínea do rosto (de preferência, com ênfase na região dos olhos), a massagem contribui para a redução de bolsas e inchaços. Preço: a partir de R$ 70. Em tempo: compressas caseiras, com água fria, também ajudam a estimular a circulação na região.

Preenchimento

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A injeção de ácido hialurônico sob a pele é um bom aliado para quem quer combater aquele tipo de olheira de “olho fundo”. O problema aí não é mancha, mas sim a formação óssea, que cria uma espécie de sombra abaixo dos olhos. No consultório, é aplicada uma pomada anestésica e, depois, duas picadinhas de cada lado do rosto. O efeito costuma durar de seis meses a um ano. Preço: a partir de R$ 1.200.

Luz pulsada
É um dos tratamentos mais comuns para olheiras atualmente. Os dermatologistas costumam indicá-la tanto nos casos vasculares (quando os vasos da região são aparentes, formando uma sombra arroxeada) como na hipergmentação (comum entre os fumantes ou por excesso de sol, por exemplo). As sessões normalmente são mensais, não doem (ok, um incômodo, talvez) e a pele pode ficar irritada nos dias seguintes ao tratamento, mas nada que um corretivo não resolva. Preço: cerca de R$ 500 por sessão.

Ultrassom

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A técnica tem sido uma boa alternativa para quem tem as temidas “bolsas” na região, mas não quer ouvir falar (pelo menos ainda) em cirurgia.
O ultrassom microfocado age na parte interna da pele, estimulando o colágeno, e pode ser feito no próprio consultório. A vantagem?
Basta uma única sessão por ano. A desvantagem? Pode doer um pouco e ficar inchado no dia seguinte. “É uma técnica eficaz, mas ao mesmo tempo discreta. Os homens têm gostado bastante”, diz a dermatologista Daniela Ribeiro. Custo médio: a partir de R$ 1,5 mil cada sessão.

Cirurgia

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Quando o caso é grave ou, ainda, quando os tratamentos estéticos começam a não dar o retorno desejado (comum para quem tem idade mais avançada), a cirurgia plástica passa a ser uma alternativa. Apesar do corte e da anestesia geral, trata-se de um procedimento relativamente simples, com cerca de duas semanas de recuperação. No caso da blefaroplastia, não só as bolsas são retiradas, mas também o excesso de pele (flacidez). O valor fica em torno de R$ 10 mil, incluindo os custos no hospital e anestesista.

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