STAR WARS AO VIVO

Disney construirá parque temático inspirado na saga espacial criada por George Lucas

 

Por Elaine Guerini, de Los Angeles

 

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Dona da franquia desde 2012, a Disney dará vida ao imaginário de Star Wars, habitado por humanóides, alienígenas e andróides. Dois parques temáticos (de 56 mil m2 cada) serão construídos, como expansões, na Disneyland (em Anaheim, na Califórnia) e na Disney World (em Orlando, na Flórida). “As lojas e restaurantes serão operados por funcionários caracterizados, proporcionando verdadeira imersão”, disse Bob Iger, CEO da Disney, que anunciou o projeto durante a recente D23 Expo, convenção para os fãs do estúdio. Uma das atrações dos parques (ainda sem data de inauguração) proporcionará a experiência de pilotar a nave Millennium Falcon, comandada por Han Solo.

 

De cineasta para cineasta

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No documentário Jia Zhang-ke, Um Homem de Fenyang, o olhar humanista de Walter Salles busca decifrar o universo do diretor porta-voz da China em transformação. O brasileiro entrevistou, além do próprio Jia, seus familiares e amigos, e visitou os locais onde o cineasta cresceu e escreveu sua história cinematográfica. “Jia nos oferece um retrato potente da sua cultura e do seu tempo”, diz Salles.

 

Aventuras no Evereste

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Josh Brolin projeta naturalmente a imagem de durão – perfil reforçado por suas passagens pela cadeia, sobretudo por brigas. Deve ter sido por isso que o diretor Baltasar Kormákur convidou o ator de 1,80 m para encarnar no drama Evereste um dos sobreviventes no desastre de 1996. Naquele ano, oito alpinistas morreram num único dia, tentando escalar a mais alta montanha da Terra. “Atrever-se a subir é uma façanha selvagem. Não é para qualquer um”, conta o ator, escolhido para resgatar a trajetória de Beck Weathers. Após ser atingido por uma tempestade, o médico só não morreu porque rastejou na neve, o que o obrigou a amputar dedos e parte da mão e também a reconstruir o nariz, ao final da jornada. Brolin falou à Status.

Até que ponto você se aventurou na filmagem?
– Nós queríamos escalar até o acampamento base do Evereste. Mas acabamos subindo de helicóptero por falta de tempo. Foi emocionante visitar o memorial de Scott E. Fisher (um dos alpinistas mortos em 1996). Passamos quatro horas lá, ficando confusos e totalmente sem energia no final. Mesmo estando apenas na metade do caminho para o topo, deu para sentir o que a altitude faz com o nosso organismo. Ao descer, tive dor de cabeça por oito horas seguidas.

O que tirou da experiência?
– Um melhor entendimento sobre mim mesmo e sobre o que me faz seguir em frente. Houve momentos em que odiei estar lá, sobretudo pelo frio congelante nas orelhas (risos). Mas na maior parte do tempo não queria estar em outro lugar. Estar na comunidade dos montanhistas foi uma das melhores experiências da minha vida.

Descobriu por que eles se arriscam tanto?
– Não. É muito relativo. Depende de quem você é e do que toca você nessa vida. Muitos não precisam fazer algo tão insano, mas outros precisam. Obviamente há um risco, o que não impede muitas pessoas de morrerem tentando. Deve ser incrível chegar ao cume da montanha e fincar a sua bandeira. Há uma certa magia em realizar algo que pouca gente no mundo consegue.

 

Estreias do mês

CABEÇA ERGUIDA 

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Catherine Deneuve dá pausa na imagem de glamour e de sofisticação. Ela mostra aqui a faceta mais “gente como a gente”, vivendo uma juíza que tenta colocar um delinquente na linha.

NOCAUTE 

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Jake Gyllenhaal deve concorrer ao Oscar no ano que vem pelo papel de um boxeador irado, em busca de redenção. Seu desempenho impressiona pela intensidade nas cenas de porrada.

RICKI AND THE FLASH

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Vivendo uma roqueira que fracassou como mãe, Meryl Streep contracena com a própria filha, Mammie Gummer. Há química entre as duas, sobretudo nas cenas em que elas lavam roupa suja.

 

Recaída amorosa

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Passados 18 anos, o caminho de Andréa Beltrão cruza novamente com o de Daniel Dantas em Pequeno Dicionário Amoroso 2, de Sandra Werneck. Separados no final do primeiro filme (após explorarem todas as fases de uma relação), eles resgatam a química agora, já com filhos de outros casamentos. Mas a maturidade não garantirá um percurso menos tortuoso na segunda parte. “O amor às vezes parece uma roda gigante. E às vezes está mais para trem fantasma”, brinca a personagem de Andréa.